Merchandising é uma ferramenta de Marketing, formada pelo conjunto de técnicas responsáveis pela informação e apresentação destacada dos produtos no ponto-de-venda, de maneira tal que acelere sua rotatividade.
No Brasil, o termo é usado equivocadamente, servindo para denominar a inserção de propaganda em obras de áudio e vídeo, de maneira a mesclar a divulgação do produto à trama. Para esta prática o termo correto seria Tie-In.
Originada do termo francês merchand, a palavra inglesa merchandiser significa "negociante". Por sua vez, a tradução de merchandising seria "mercadização", nome que em português não corresponde exatamente ao significado da atividade como é conhecida. Merchandising seria então uma derivação da palavra merchandise, que podemos traduzir como "operação com mercadorias". (Wikipédia) 
De acordo com a POPAI (Point of Purchase Advertising International) americana, 71% das decisões de compra são feitas no ponto de venda. Aí está a função do Visual Merchnising - O estudo foi realizado pelo POPAI norte-americano nas principais redes de varejo dos Estados Unidos durante 4 anos e avaliou a eficiência do merchandising como instrumento de mídia no ponto-de-venda, determinando sua importância e força junto ao consumidor.
Mais do que ter uma loja adequada e agradável - o que já seria um ótimo motivo para se utilizar o Visual Merchandising - a finalidade é ter um maior retorno sobre o investimento.
O americano Mark Stevens, autor do livro “Seu Marketing é uma B*$%@”, fala bastante sobre a importância do marketing planejado com retorno sobre investimento e o Visual Merchandising é talvez a melhor - e uma das mais baratas - formas de se obter esse resultado. 
Toda ação dentro da loja deve ser cuidadosamente pensada, começando pela fachada até o final da loja. Cada produto em disposição deve ter uma ótima razão para ocupar determinado lugar, assim como deve ser estudado o arranjo físico (maneira como estão dispostos móveis, equipamentos e instalações) e o fluxo de pessoas (inclusive pensando em acessibilidade para cadeirantes).
Os produtos que dão uma margem maior para o lojista devem ser tratados com uma atenção especial, para maximizar sua venda.
Atenção: Para avaliar a margem, deve se levar em conta não só a margem bruta do produto como também a quantidade de venda. Por exemplo: Um produto que custa R$ 100,00 e dá uma margem de 20% mas vende vinte unidades por semana é melhor do que um produto que custa R$ 100,00 com margem bruta de 50% que vende duas na semana. Em Reais o produto de 20% é mais rentável. É importante avaliar essa margem em Reais e não apenas pela margem bruta. 
De acordo com o IRI (Information Resources, Inc. - www.infores.com), “o impacto dos displays de piso nas vendas de varejo é de 12 a 18% de aumento, em média.” - medição realizada nos Estados Unidos.
Qualquer lojista que consiga um aumento de vendas nessa faixa apenas com mudanças na disposição de produtos ficaria satisfeito. A disposição de produtos utilizando o agrupamento de produtos complementares ou baseado em “estilo de vida” - conceito desenvolvido pela brasileira Fátima Whitaker - tem sido utilizado com êxito por vários segmentos do varejo mundial. A idéia de formar conjuntos e oferecer soluções completas parece estar no centro das atenções e com certeza vale o esforço do lojista para aumentar as vendas. |